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2 de dezembro de 2007

Livro: 4 BLONDES por Candance Bushnell


Janey, Winnie, Cecile & Grashopper. 4 mulheres, 4 vidas paralelas e um único cenário: New York e depois dos 30. Janey é uma modelo em fim de carreira que não perde um verão nos Hamptons. Winnie casou-se com um grande jornalista, mas isso era nos tempos de faculdade. Cecile, uma princesa digna de psiquiatra e seu melhor amigo, seu PR, ninguém mais apropriado para apresentar seu príncipe, vulgo marido. Será que os homens ingleses realmente tem problemas na cama? Alguém precisa resolver este mistério numa missão em Londres, ou em Chelsea. Seria Sex in the City se elas se conhecessem. Candance traz novamente o cotidiano das balzaquianas na metrópole, com seus conflitos diários. Leitura rápida, divertida e sem compromissos.

24 de abril de 2007

Coisa de menina: Casa da Chris.

Em um dos meus passeios internáuticos, descobri o Jornal da Chris.
Mas apenas neste fim de semana fuçei a fundo o site que originou este boletim: casadachris.uol.com.br/blog. AMEI!
Depois de alguns minutos, virou meu benchmark*. Ou seja, quero ser assim quando crescer: ser multidisciplinar, tratar de tudo que nós, mulheres independentes, donas de casa e profissionais (ao mesmo tempo), gostamos de saber para deixar nossas casas mais organizadas e nossas vidas mais práticas e gostosas.

Chris Campos é a jornalista que tentou dar uma pitada de prazer e novidade no dia a dia dos afazeres domésticos.
No site que assina há 3 anos, com a ajuda dos mais diversos colaboradores, mostra as últimas novidades em eletrodomésticos, dá dicas de roteiros inusitados em São Paulo e Paris, ensina receitas, escreve um diário com truques e achados, fala de decoração, enfim desvenda o mundo encatado CASA. Tudo de um jeito bem modernete e irreverente, que combina com as querem ser donas de casa por opção e não porque foram designadas ao cargo.

Nada contra àquelas que queimaram seu sutiãns em nome da igualdade entre os sexos nos escritórios ou nas fábricas.
Mas nada me agrada mais do que ficar horas debruçada sobre o fogão, entre panelas, colheres de pau e mini processador de alimentos (pica todo alho e cebola, quando estou as unhas bonitinhas da manicure). Sou publicitária, trabalho em agência e adoro ser reconhecida pelo bom resultado, agora, quer me deixar feliz e ainda mais realizada: delicie-se com meu quitutes ou sinta-se bem à vontade na minha casa. Será que somos nós as mulheres do futuro?

*Benchmark: não, não é marca de banco. Palavra utilizadíssima no mundo do marketing e da propaganda, significa o ponto de referência, o padrão, o exemplo.

Livro "A Casa da Chris", Chris Campos
Editora Record - R$ 27,90, no submarino.com
Sinopse: Você acredita que transformar a sua casa em um lugar bacana é trabalho exclusivo de experts em design ou de decoradores cinco estrelas? Ou que fazer um bolo implica na metamorfose de uma moça moderna em um ser de bobes no cabelo e avental? Então prapare-se para mudar de idéia. Em casa de Chris você vai descobrir que deixar aflorar o seu lado deusa doméstica pode ser bem divertido. É o que acredita a autora, que de tanto brincar de casinha, acabou levando o clima de brincadeira para a vida real. Neste livro, ela ensina os truques que aprendeu após estrelar empreitadas de sucesso e sobreviver a várias hecatombes entre quatro paredes. E dá a receita para fazer do seu lar-doce-lar o cenário ideal para as suas próprias histórias. Entre sem bater.

10 de abril de 2007

Livro: O livreiro de Cabul

Depois de 3 meses, termino de ler mais um best seller sobre a vida no Oriente Médio.
Primeiro, veio "O Caçador de Pipas": emocionante. "101 dias em Bagdá": retrato do cotidiano de um país em guerra.
O livreiro de Cabul, um choque cultural.
A leitura deste último foi morosa, longa. Assim como a digestão de suas histórias.
A constatação das diferenças gritantes entre Oriente e Ocidente.
E ainda pior, a distante relação entre homens e mulheres, que estão sempre no último degrau da hierarquia familiar.
As mulheres não gostam. Elas não escolhem. Não opnam. Não decidem. Não saem sozinhas. Não vêem um palmo além, pois as burcas (obrigadas durante o regime Talibã) são uma barreira não só para os olhos, mas para a vida.
De fragmentos não apenas se faz as relações entre os sexos, o Afeganistão é um remendo de cacos de anos de guerras, ocupações, de códigos de diversas tribos e etnias que ainda disputam o poder de uma mesma terra.

Para curiosos...